Nunca perca a E S P E R A N Ç A!

     Perdi alguns bons amigos ao longo da vida, alguns entes queridos partiram para morar no céu, mas graças a Deus não perdi tudo. Perdi a fé nas pessoas que diziam se importar comigo, pois nos meus momentos de crise, eles nunca estavam por perto, mas em minha desilusão, no meu momento de dor, sempre tive certeza de uma coisa, algo que nunca mudou, eu nunca perdi minha ESPERANÇA, nunca perdi minha ALEGRIA, nunca perdi minha FÉ, e você também não deve perder, pois o melhor está sempre por vir, não espere muito dos outros, deixe que o melhor parta de dentro de você, mostre que você é forte e continue lutando, não desvie de seu alvo, nem perca seu foco, pois você ainda não perdeu tudo, assim como eu, você pode ter perdido bens que eram valiosos para você, algumas batalhas por medo de viver, mais lembre-se que em momentos de lutas e de dor, você deve ter certeza de uma coisa, algo que nunca mudou e nunca mudará, a FÉ, a ESPERANÇA, a ALEGRIA, elas estão dentro de você, e quando chegar o momento certo, vai saber como usá-las.


Por: Caique Rocha

Carpe Diem!

   Estive notando que, somos seres mecânicos, vivemos numa eterna mecanicidade, acordamos, fazemos sempre as mesmas coisas, vamos ao banheiro, lavamos o rosto do mesmo jeito, ligamos o botão no automático e nem observamos o que fazemos ou como fazemos.
     Nem nos damos conta de que A VIDA PASSA RÁPIDO, e já passou da hora de acordar e aproveitar ao máximo cada momento que ela nos oferece.
      Observe-se!
    É muito mais cômodo continuar a ser sempre uma vítima, vítima de si mesmo, da vida, das circunstâncias.
    Abra seus olhos e comece seu dia observando-se, concentrando-se em tudo o que fizer, procure respirar fundo muitas vezes e aproveitar cada momento que a vida te oferece, sinta sua vida!


Por: Caique Rocha

Por que não com você?

     Muitas vezes passamos por diversas situações em nossa vidas, situações devastadoras, desanimadoras, que nos fazem querer desistir. Olhamos para dentro de nós mesmo e pensamos: "Deus, por que comigo?", mais hoje eu gostaria de fazer um questionamento diferente: "E por que não com você?". Temos mania de achar que somos melhores que nossos vizinhos, que as coisas ruins acontecem só na vida dos outros, e não podem acontecer conosco. Cada qual se sente excluído da desgraça alheia, quando na verdade somos responsáveis por tudo que nos acontece, e pelo que acontece com os outros também, e quando a dor de barriga dá na gente, culpamos os outros pelas nossas dores, por nossos sofrimentos. Então procuramos cura nas igrejas, nas religiões quando muitas vezes, as respostas estão dentro de nós mesmos, estão na nossa preguiça, no nosso medo da vida, nas nossas angústias, nas preocupações do dia a dia, nos nosso defeitos... 
    Os problemas tem o tamanho que nós damos para ele, olhe seus GRANDES problemas por um foco diferente, encare-os de uma outra maneira e eles, provavelmente, se tornarão menores.
     
                             Por: Caique Rocha

E como é o A M O R ?

    Estive pensando sobre esse assunto, enquanto olhava para o céu, de dentro do ônibus a caminho de casa. Pensei, repensei, tentei chegar a uma conclusão exata de como era esse sentimento. E adivinha? é, eu não consegui.
   Sempre escuto algumas pessoa dizendo que quando você não enxerga defeitos no OUTRO (a), é por que está amando. Mais será que isso é verdade? Isso pra mim parece idealização, amor é outra coisa. Até por que, se amor for enxergar a perfeição nos outros, digo que VOCÊ NÃO TEM AMOR PRÓPRIO, pois, não enxerga a perfeição em si mesmo. Se amor é perfeição é possível alguém se apaixonar por um sorriso imperfeito? eis a questão.
    Uma coisa eu digo: Se quer amor, SEJA AMOR. Aprecie primeiro as coisas em si mesmo, se valorize, e depois passará a ver a vida com outros olhos.

                                 Por: Caique Rocha

E por que não falar de mim? (:


    É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei bem, mais sobretudo tenho medo de dizer por que no momento que falo quem sou, não só exprimo o que sinto, como tudo que digo, o que penso. E se me achar esquisito, respeite!, pois até eu fui obrigado a me respeitar.
    Gosto de escrever, gosto de ver como as palavras inexplicavelmente se encaixam e descrevem exatamente o que estou sentindo naquele momento.   
     As palavras também podem mudar pessoas, mudar atitudes, enfim. Podem mudar tudo. Escrevo por que muitas vezes, não tive a oportunidade de ter alguém que me ouvisse sempre e acho que prefiro que as pessoas leiam o que escrevo do que me ouçam. Mas apesar disso sempre quis passar algo diferente, escrever tudo que sinto é dividir meus ideais. Tudo que eu quero dizer é assim que consigo me expressar, por palavras.


                                          Por: Caique Rocha

O coração e a mania de amar.


     Nosso coração, quando aprende a amar, dificilmente aprende a esquecer. Quanto menos temos chance, mais o amor aumenta. No mundo quando aprendemos a amar, estamos sujeitos a tudo, amar e ser amado, e amar e não ser correspondido. 
    Muitas pessoas passam pelas nossas vidas, mais nem todas deixam marcas, outras até deixam, porém, marcas que machucam.
     Tudo que sentimos no nosso coração, nosso cérebro armazena, isto são lembranças. Quando deletamos algo do coração as lembranças se vão também. As vezes muitas coisas que falamos, pode ser da nossa cabeça, mais é do coração também, pois, quando ele sente, ele guarda, afinal, o coração e o cérebro trabalham juntos.



Por: Caique Rocha

E hoje eu tenho certeza que a minha felicidade só depende de mim.


     Por que será que tem dias que estamos tão sensíveis ?, enquanto outros no fazem tão foste, que nada nos atinge. Acho que o segredo é não criar expectativas!
     Diversas vezes, criamos expectativas sobre diversas pessoas que não são capazes de corresponde-lá. A felicidade está em não criar expectativas, por que criar expectativas relacionadas aos outros, é de certa forma "criar o caminho para desilusão".
     Eu sempre criei muitas expectativas, em relação a tudo em minha vida, em relação às pessoas, aos acontecimentos, às possibilidades, e quase sempre acabei me decepcionando, principalmente quando se tratava de pessoas.
     Mas decepções fazem parte da vida, elas me ensinaram a ser forte, e a enfrentar diversas situações.
                                           
         Por: Caique Rocha

A DOR DA INCERTEZA.



     Aquela cena ficou em minha mente, recordo-me como se fosse ontem quando estava no quarto com um de meus primos, então Paulo entrou rapidamente e apanhou uma espécie de capsula e nos pediu segredo, fiquei sem entender o que havia acontecido, ainda por cima, Paulo estava cada vez mais diferente, depois daquele dia nunca mais foi o mesmo, começou a andar com pessoas estranhas, e quando estava só, deparava-se apenas na presença de um muro que lhe servia de apoio nos dias que se encontrava totalmente “louco” de forma que não agüentava o peso do próprio corpo.
     Em uma quarta-feira quando estava voltando da escola, por volta das 23h06min observei um movimento estranho no portão da saída, meio que curioso fixei os olhos no grupo de garotos, estavam usando drogas, notei que naquele meio estava Paulo, fiquei completamente decepcionado e ao mesmo tempo culpado, deveria eu ter contado a Dona Maria quando ele apanhou aquilo do quarto.
     Estava em uma situação complicada, tentando acreditar muitas vezes que estava enganado, não queria que aquela responsabilidade caísse sobre mim, mas ao mesmo tempo sentia que era minha obrigação de amigo avisá-la, pois Paulo era meu amigo de infância foi então que optei por não contar, tinha esperança de que ele voltasse a ser o mesmo garoto de antes com quem compartilhava segredos e brincava.
     Dona Maria depois acabou descobrindo, mas já era tarde, seu filho estava entregue ao mundo das drogas, não sabia o que fazer, era de uma família humilde onde criará seus três filhos com dignidade e amor, mas se sentia culpada tentando encontrar o momento em que falhou com Paulo, perguntava sempre a Deus o que havia feito de errado, tentava encontrar uma saída, que naquela situação não existia.
     Paulo que era um garoto tímido se tornou um monstro aos olhos de alguns, muitos não compreendiam que a dependência é uma doença e o tratavam sempre com “pedras nas mãos”. Como uma pessoa poderá mudar se ninguém der oportunidade e confiança ?
     Os dias passavam e as noites se tornavam cada vez mais difícil para Dona Maria, pois nunca tinha certeza que seu filho iria chegar vivo em casa, e era o que aconteceria naquela noite...
     Paulo estava em divida com um traficante da redondeza, só não sabia que aquela seria a sua ultima noite. Na madrugada acordei com os gritos de Dona Maria, corri para a Janela estavam todos em uma correria tremenda , quando fui surpreendido com a notícia da morte de Paulo, fiquei alguns minutos calado tentando acreditar no que aconteceu. Faz nove meses em que o perdemos, e a cada dia que passa a culpa dentro de mim aumenta talvez se tivesse contado a Dona Maria tudo desde o inicio seria diferente, ele poderia estar aqui nos fazendo rir como era de costume, ou talvez não, acontecesse à mesma coisa, vivo com a incerteza de que poderia mudar o rumo de uma vida.

Por: Mayara Deus
Baseado em fatos reais.

S O B R E V I V E M O S !


Olhando para trás é duro acreditar que estejamos vivos até hoje.
Nós viajávamos em carros sem cintos de segurança ou air-bag. Não tivemos nenhuma tampa à prova de crianças em vidros de remédios, portas, ou armários e andávamos de bicicleta sem capacete, sem contar que pedíamos carona. Bebíamos água direto da mangueira e não da garrafa.
Comíamos manga verde com sal depois de haver ingerido leite e depois ficávamos observando se íamos passar mal, descobrimos que isto não era verdade e pudemos passar a comer muita manga, mas sempre às escondidas. Nós gastávamos horas construindo nossos carrinhos de rolimã para descer ladeira abaixo e só então descobríamos que tínhamos esquecido dos freios. Depois de colidir com algumas árvores, aprendemos a resolver o problema.
Saíamos de casa pela manhã e brincávamos o dia inteiro, só voltando quando se acendiam as luzes da rua. Ninguém podia nos localizar. Não havia telefone celular. A gente nadava nos rios, às escondidas, nada de shistosoma, nem alergia... nem morremos afogados.
Fechávamos o trânsito por própria conta, nos fins de tarde, para jogar queimada ou voleibol e como os motoristas sabiam do nosso jogo, desviavam a sua rota, pois os seres humanos eram mais importantes que os carros e a motos.
Nós quebramos ossos e dentes, e não havia nenhuma lei para punir os culpados. Eram acidentes. Ninguém para culpar, só a nós mesmos.
Nós tivemos brigas e esmurramos uns aos outros e aprendemos a superar isto.
Nós comemos doces e bebemos refrigerantes mas não éramos obesos. Estávamos sempre ao ar livre, correndo e brincando. Compartilhamos garrafas de refrigerante, bebendo na boca da mesma garrafa e ninguém morreu por causa disso.
A gente não tinha relógio de pulso antes dos 15 anos, pois era muito caro e mesmo com um só relógio na casa a gente não chegava atrasada.
Juntávamos uns trocados para ir no bar sujo da esquina, antes do almoço, para comprar, suspiro, maria mole e chicletes, mas depois confessávamos o nosso pecado. Sabíamos reconhecer os nossos erros.
Não tivemos Playstations, Nintendo 64, videogames, 99 canais a cabo, filmes em vídeo, surround sound, celular, computadores ou Internet. Nós tivemos amigos. Nós saíamos e os encontrávamos. Íamos de bicicleta ou caminhávamos até a casa deles e batíamos à porta.
Imagine tal uma coisa! Sem pedir permissão aos pais, por nós mesmos! Lá fora, no mundo cruel! Sem nenhum responsável!
- Como fizemos isso?
Os portões não tinham cadeados e podíamos entrar nas casa das amigas pela porta da cozinha, apenas com um gritinho: Oí, Fulana! Às vezes vinha um dog e levávamos mordida e nunca tomamos vacina anti rábica.
Nós fizemos jogos com bastões e bolas de tênis, pulamos cordas e amarelinhas. Nós só podíamos pegar na mão da(o) namorada(o), nas matinês, depois que tocava o som de apagar as luzes... mesmo assim quando os pais descobriam, levávamos uma surra de verdade.
Nos jogos da escola, nem todo o mundo fazia parte do time. Os que não fizeram, tiveram que aprender a lidar com a decepção...
Alguns estudantes repetiam o ano! Que horror! Não inventavam testes extras. Éramos responsáveis por nossas ações e arcávamos com as conseqüências. Não havia ninguém que pudesse resolver isso. A idéia de um pai nos protegendo, se desrespeitássemos alguma Lei era inadmissível! Eles protegiam as Leis!
Imaginem só isso!
Nossa geração produziu alguns dos melhores compradores de risco, criadores de soluções e inventores.
Os últimos 50 anos foram uma explosão de inovações e novas idéias.
Tivemos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com isso.
Se você é um deles, Parabéns!
Tiveram a sorte de crescer como crianças...
[Autor não referenciado]

Faça o que for necessário para ser feliz.

     Buscamos sempre fazer o necessário para ser uma pessoa feliz, mais as vezes nos esquecemos que a felicidade é um sentimento "simples'', podemos encontra-lá e deixa-lá ir embora se não percebermos sua simplicidade.
   Talvez devêssemos se preocupar mais com nossa consciência do que com nossa reputação, por que consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam sobre você. E ai, o que vale mais? Acredito que o que os outros pensam é um problema deles!
     Procure a felicidade, mas não longe, encontre-a perto, nas coisas simples da vida, que muitas vezes não consiste em tudo que queremos, mais tudo que necessitamos.
     A felicidade está bem ali, é só S A B E R   O L H A R!



                                                                    Por: Caique Rocha

Chegou a hora de R E C O M E Ç A R!

    Lá vem aquela historinha, tipica de começo de blog e do porquê criar um. Aqueles desabafos emocionais intra e interpessoais. Não digo que não farei algo assim aqui, até por que já estou fazendo, acho que essa é a forma mais fácil de ser sincero com as palavras e deixar o texto fluir. As ideias ficam abertas, porém organizadas - pelo menos é o que parece (para mim).
   O interessante de descrever coisas aqui é a liberdade de poder falar "eu" a todo momento, sem parecer algo egoísta.
   Eu (já estou colocando em prática o uso do "eu") sempre gostei de escrever, e nunca passei um dia da minha vida sem ter uma ideia, mesmo banal ou boba, que seja, então "minha missão" nesse blog é, organizar, resgatar, todo sentimento das entrelinhas criadas por tais ideias que a gente (eu) deixa (deixo) passar. Se isso servir para vocês, eu fico feliz e prometo (mentira) coisas tristes, sentimentais, nonsense, coesas, inteligentes, clichês,  brisas e até alguma coisa sobre você, quem sabe.
     Espero que goste do que vai ler, sugestões? serão sempre bem vindas.
                                           Um abraço e um bom novo recomeço para você!

                                                               Por: Caique Rocha